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U2 nas igrejas
Maurício Zagari
Mais de 150 igrejas nos EUA e em sete outros países adotaram músicas do
grupo pop U2 (foto) em seus cultos. O movimento, conhecido como
‘’U2-charist’’, começou em 2005 na Igreja Episcopal de York Harbor, nos
EUA, quando o reverendo Paige Blair dispôs letras das canções da banda
em volta do altar. ‘’Muitas delas são explicitamente cristãs e
perfeitamente adequadas ao louvor’’, defende. Na Inglaterra, o
movimento foi adotado depois que o Arcebispo de Canterbury anunciou o
desejo de engajar novas gerações de crentes. ‘’O U2 é bom nessa arte e
usa a linguagem como um poeta usaria, como a linguagem dos hinos
tradicionais’’, afirma o reverendo Christian Scharen, da Escola
Teológica de Yale e autor do livro One Step Closer: Why U2 Matters to
Those Seeking God [‘’Um passo mais perto: Por que o U2 importa para
quem busca a Deus“].
A ressurreição de Cristo é um fato apenas de fé, certo? Errado, segundo o documentário ‘’The Case for Christ’s Ressurrection’’, produzido nos EUA pela Grizzly Adams Productions. O programa revela novas descobertas sobre a ressurreição de Jesus que ajudam a embasar, por meio de provas científicas, o relato da volta à vida do Messias. As novas evidências são fruto de investigações de especialistas e de análises técnicas de última geração. ‘’Existem cada vez mais provas de que os eventos relatados nos evangelhos são verdadeiros, e mais evidências são reveladas regularmente, graças a pesquisas, análises e avanços científicos modernos’’, afirma o Dr. Gary Habermas, professor do Departamento de Teologia da Liberty University, um dos entrevistados no documentário.
‘’A ciência, combinada com descrições escritas de
não cristãos a respeito da vida e morte de Cristo, asseguram que a fé
cristã é alicerçada em fatos’’, acrescenta. O produtor do programa,
David Balsiger, explica que ‘’houve pelo menos 500 testemunhas
oculares, em Jerusalém e nos arredores, que de fato viram ou falaram
com Jesus após sua ressurreição. Além da Bíblia, há mais de 20 fontes
não cristãs, escritas entre 30 e 130 d.C., que se referem a Jesus de
Nazaré como uma figura histórica. Doze mencionam sua morte e dão
detalhes sobre ela. Dez deles falam sobre sua ressurreição’’. Entre as
fontes mais conhecidas estão o historiador judeu Flavius Josefus e
Cornelius Tacitus, o mais importante historiador romano do primeiro
século. Ainda não há previsão para que ‘’The Case for Christ’s
Ressurrection’’ seja exibido no Brasil.
- Atualmente, 2.426 línguas em todo o mundo contam com traduções de pelo menos um livro da Bíblia. Estima-se que haja cerca de 6.500 idiomas no planeta. - Têm acesso às Escrituras 95% da população mundial em uma linguagem que podem compreender, mesmo que não seja sua primeira língua. - Os demais 5% equivalem a 300 milhões de indivíduos. - Em 2006 foram registradas traduções completas em 23 novos idiomas e dialetos. - Nos últimos dez anos, esse número chegou a 260 traduções completas. - Foram registradas porções adicionais da Bíblia em 34 línguas que ainda não têm o Velho ou o Novo Testamentos e em 21 idiomas que já tinham o Novo mas não o Velho. Os números são resultado do mais recente levantamento da Sociedade Bíblica Unida, sediada na Inglaterra.
A malária é considerada na Nigéria um fato inevitável da vida cotidiana.
Para romper com essa mentalidade, a Igreja Metodista Unida lançou no
país um programa de controle da doença. Baseada na instrução e na
conscientização das comunidades, a iniciativa prevê a ministração de
treinamentos sobre cuidados básicos, ao longo de uma semana cada, nas
áreas de maior incidência da enfermidade. Nas aulas, turmas de até 40
alunos aprendem medidas simples, como usar mosquiteiros, podar árvores
onde proliferam mosquitos transmissores da doença e esvaziar
recipientes com água parada.
Amillia veio ao mundo com 22 semanas de gestação e pode virar símbolo da luta antiaborto
O nascimento e a sobrevivência recorde do bebê americano que veio ao
mundo com 22 semanas de gestação despertou um forte debate sobre a
percepção de seres humanos não nascidos. A pequena Amillia Sonja Taylor
é a primeira pessoa conhecida que sobreviveu após ter vindo ao mundo
com menos de 23 semanas no ventre da mãe. Nascida no Hospital Infantil
Batista em Miami, nos EUA, Amillia está originando discussões entre
especialistas em bioética e promete virar símbolo da luta dos
militantes antiaborto.
O
evangelista Billy Graham encontrou-se com o presidente do Sudão, o
muçulmano Omar Hassan al-Bashir, com o objetivo de pregar a ele o
Evangelho. Na opinião de Graham, o islamismo é uma religião ‘’má e
perversa’’. Após o encontro dos dois, o obreiro americano disse que
al-Bashir se mostrou fechado à sua pregação. O Sudão está em 20º lugar
no ranking dos países que mais perseguem cristãos. Por isso mesmo,
Graham parece ser a pessoa certa para essa missão: um levantamento do
instituto Barna mostrou que o evangelista é considerado a décima pessoa
de maior confiabilidade nos EUA, com 64% de aceitação. Ele ficou atrás
de Denzel Washington (85%), Oprah Winfrey (83%), Bill Gates (80%), Tim
McGraw (72%), Faith Hill (71%), Mel Gibson (69%), Jimmy Carter (68%),
George Clooney (67%) e Bill Clinton (64%).
O
pastor americano Craig Gross lançou um ministério de combate à
pornografia na internet. Ele afirma que o que mais o espantou após
lançar a iniciativa foi o grande número de pastores que o procuraram em
busca de auxílio para evitar o vício em sites eróticos. O endereço do
ministério na web é http://xxxchurch.com/07. Um “porém”: está em inglês.
Uma
pesquisa da respeitada Universidade da Califórnia em São Francisco, nos
EUA, constatou que adolescentes que têm qualquer tipo de contato sexual
sofrem conseqüências emocionais, mesmo que o ato não inclua penetração.
Um terço dos jovens entrevistados que tinham praticado sexo oral
relatou algum tipo de problema psicológico decorrente do ato. ‘’É
importante que os pais ajudem os adolescentes a entender que fazer sexo
oral ou outros tipos de carícias sexuais podem resultar em
conseqüências sociais, emocionais e físicas, do mesmo modo que o
intercurso’’, explica a autora do estudo, Dra. Sonya Brady. Outra
pesquisa, publicada na revista científica ‘’Pediatrics’’, informa que
42% dos usuários de internet entre 10 e 17 anos confessaram ter visto
pornografia online no ano passado. Desses, 66% disseram ter recebido as
imagens involuntariamente. |